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Arquivos de Tag: low code

Automatizar processos com a ferramenta certa

ferramenta certa de automação

Automatizar processos com a ferramenta certa, na hora certa   A necessidade da transformação digital conduz as empresas à automação, não há dúvida. A questão é a ferramenta a ser escolhida para cada situação. É importante conhecer as características dos diversos tipos de ferramentas de automação para acertar na decisão de onde aplicar cada uma delas: DPA (Digital Process Automation), RPA (Robotic Process Automation), plataformas low-code? O que escolher, e quando? Em pesquisa realizada no ano passado pelo Forrester Group1, dois terços dos executivos responsáveis por decisões corporativas afirmaram estar sua empresa envolvida na transformação digital, que 16% já consideravam concluída. As tecnologias de automação têm um papel central nesse processo. Às ferramentas mais tradicionais, como as suítes BPM (Business Process Management), hoje se somam as plataformas DPA (Digital Process Automation) e RPA (Robotic Process Automation), agora incorporando inteligência artificial e aprendizado de máquina, da mesma forma que as plataformas low-code – plataformas que permitem o rápido desenvolvimento de aplicações de negócios, não necessariamente por profissionais de TI, ajudando enormemente a agilizar o desenvolvimento de sistemas DPA e RPA. No processo de transformação digital das empresas, as funções de toda a organização de TI, de seus profissionais e do próprio CIO estão evoluindo para unir tecnologia e negócios, transformando seu papel em direção ao maior comprometimento com os resultados e futuro da empresa. Em suas predições para este ano de 2020, o Gartner comenta quais seriam as novas prioridades e foco do CIO2.   De que você precisa? Posso ajudar?  Simplificando, podemos dizer que quando se fala em sistemas BPM e DPA-deep, por exemplo, a perspectiva é de uma mudança global de processos corporativos em nível total, profundo e complexo – automação de processos e melhoria contínua. Para isso, nas empresas, um número reduzido de profissionais altamente qualificados tem como objetivo a transformação digital da empresa como um todo, contribuindo com os diversos departamentos no sentido de entendimento de onde a empresa deve inovar, além de fornecer métricas visando o aprimoramento contínuo dos sistemas de automação de negócios. Já as ferramentas DPA (ou DPA-wide) se aplicam a processos pontuais, “viralizando” até que se complete a jornada do cliente em direção à transformação digital. Esses sistemas estendem o design de processo para além dos grupos de desenvolvimento, pequenos e altamente qualificados, incluindo usuários corporativos, também conhecidos como “citizen developers” ou “usuários de negócios” (link artigo). Está, portanto, mais associado ao design thinking e à otimização da jornada do cliente (interno ou externo) do que à transformação digital da organização em toda a sua profundidade.  Além disso, o DPA prevê o acesso do cliente aos aplicativos por meio de front-ends para celular ou web. O mais recomendável hoje é que os projetos DPA sejam realizados com a utilização de plataformas low-code e metodologia Ágil. Os sistemas RPA têm um sentido eminentemente tático. Lembrando que robotic aqui se refere a software, e não a hardware, esses sistemas são indicados para a automação de processos de negócios capazes de substituir por scripts de bots horas de trabalho humano simples, repetitivos e sujeitos a erros, como o preenchimento de tabelas e entrada de dados. Por exemplo, um banco internacional precisava que os funcionários digitassem dados (muitos deles repetitivos) em 50 diferentes sistemas para integrar um novo cliente. Sem nenhuma alteração no processo, o banco implementou o RPA com sucesso no que toca a agilidade e precisão. É claro que as plataformas low-code podem ser grandes aliadas no desenvolvimento de sistemas RPA para facilitar a tarefa de programação, e, também nesse caso, a metodologia Ágil  será aplicável com inúmeras vantagens.   Plataformas low-code e organização de TI De acordo com o Gartner, “até 2024, o desenvolvimento de aplicações low-code corresponderá a mais de 65% de toda a atividade de desenvolvimento de aplicações3”. Dessa forma, não surpreende que plataformas low-code sejam excelentes aliadas da organização de TI nas empresas. Uma plataforma low-code é um conjunto de ferramentas que permite a não programadores a criação de aplicativos. Elas eliminam a necessidade de escrever milhares de linhas de código e sintaxe complexa, substituídas por blocos de código pré-existentes, utilizados por meio de uma interface visual do tipo “arrastar e soltar”. Essas plataformas fornecem componentes padrão, como formulários, modelos de relatório e snippets de códigos prontos para uso, e muitas delas incluem, ainda, miniaplicativos prontos para serem instalados e personalizados de acordo com os requisitos do usuário. Elas tornam o desenvolvimento de aplicações mais rápido e mais fácil, diminuindo a pressão sobre a TI para a entrega de sistemas específicos e para a realização de mudanças nesse tipo de sistema, que são cada vez mais frequentes dado o dinamismo dos negócios. Sem contar a redução de custos… Também ajudam a integrar os profissionais das áreas técnicas e de negócio – na medida em que as plataformas low-code podem ser utilizadas por não especialistas – à organização de TI, minimizando a shadow IT. E, sob esse aspecto, é bom lembrar que é possível escolher no mercado plataformas low-code que tragam, embutida, a governança da organização de TI às aplicações desenvolvidas. Resumindo, as principais características que devem ser buscadas em uma plataforma low-code são: Modelagem visual Configuração “arrasta e solta” Compatibilidade com diferentes dispositivos e canais Escalabilidade   Se você quer mais detalhes sobre a melhor maneira de automatizar seus processos de negócio, baixe o eBook “Automação de processos na era da transformação digital: uma mudança de paradigma”.     “PhD. Leandro Zerbinatti, Diretor de Serviços na Zuri”Mentor de Transformação Digital e Professor PHD, Leandro traz em seu legado vasta experiência corporativa em áreas do ciclo de desenvolvimento da Engenharia de Sistemas (Eletrônicos e de Informação), Inovação e Capacitação de Pessoas. Nos últimos anos, aprofundou seu expertise na tecnologia low-code e atuou como líder de Academy para a Outsystems, gigante do mercado global em tecnologia low-code, focada em desenvolvimento de aplicativos..   Referências: RPA, DPA, BPM, And DCM Platforms: The Differences You Need To Know, Forrester Research, março de 2019, por Craig Le Clair Predicts 2020: Barriers Fall as Technology Adoption […]

Agilidade no desenvolvimento de aplicações

Agilidade no desenvolvimento de aplicações

Agilidade no desenvolvimento de aplicações: fazer, corrigir, entregar e atualizar com rapidez A feliz união entre a metodologia Ágil e as plataformas low-code Low-code é Ágil A automação de processos de negócios e tarefas nas empresas é inevitável e ganha escala cada vez maior. Já em 2018, pesquisa realizada pelo McKinsey Global Institute apontava que, em todos os setores, havia potencial para automatizar mais de 30% das tarefas, correspondendo a 60% dos empregos existentes naquele momento2. O volume de aplicação a ser desenvolvido para atender a essa demanda é colossal. E as oportunidades para atender a esse mercado, muito grandes. Em tal cenário, a metodologia Ágil e a plataforma low-code são uma excelente combinação. A plataforma a low-code assegura a entrega efetiva de tudo o que a metodologia Ágil promete. E quanto mais madura a cultura Ágil em uma organização, melhores os frutos que poderá colher da combinação da rapidez da tomada de decisões que essa metodologia proporciona com a velocidade de desenvolvimento de uma plataforma low-code3. Velocidade no desenvolvimento é um benefício inegável das plataformas low-code, e o mais tangível, o primeiro a ser percebido por quem o solicitou o serviço. Essa é uma das principais razões para o crescimento exponencial do mercado para essas plataformas. Elas deverão ser usadas para desenvolver 65% das aplicações corporativas em todo o mundo até 2024, de acordo com estimativa do Gartner em seu Quadrante Magico de 2019 para plataformas low-code de aplicações empresariais. Em um texto com o título Tudo o que você precisa saber sobre low-code mesmo que não seja responsável pela entrega de aplicação (Why You Need To Know About Low-Code, Even If You’re Not Responsible for Aplicação Delivery), publicado em blog de agosto de 2018, o vice presidente e analista principal da  Forrester, John Rymer, afirmou que as plataformas low-code podem “tornar o desenvolvimento de aplicação 10 vezes mais rápido que os métodos tradicionais”. O fato de não exigir que o desenvolvedor seja tarefa exclusiva dos profissionais de TI é um fator importante a favor das plataformas low-code, comprovando a facilidade de uso de suas funcionalidades. Uma vantagem significativa oferecida por alguns dos fornecedores é a governança automática pelo time de TI da organização de qualquer aplicação desenvolvida, o que permite à empresa usufruir dos benefícios da agilidade na criação de aplicação sem os riscos da chamada shadow IT, em que departamentos e grupos na empresa decidem desenvolver ou adquir seus aplicativos sem coordenação do time de TI. As plataformas low-code também ajudam a integrar as equipes de desenvolvimento e operações dentro da organização de TI. Considerando que “operações” incluem por exemplo segurança, testes, análises e integrações, entre outros itens, os grupos envolvidos em todas essas atividades conseguem trabalhar juntos visando objetivos comuns. Além disso, são ideais para criar aplicações multicanal, para web e dispositivos móveis, com a vantagem da inteligência artificial e aprendizado de máquina já incorporados à plataforma de desenvolvimento.   Em suas previsões para este ano de 2020, o Gartner afirma que a união da metodologia Ágil com DevOps é chave para a transformação digital, permitindo a constante atualização de sua infraestrutura e aplicativos de negócios4. A união da metodologia Ágil como desenvolvimento de aplicação em plataformas low-code traz inúmeras vantagens à empresa. Alguns conselhos para maximizar essa associação: Foco no backlog – Na metodologia Ágil, o backlog é a lista de prioridades no que diz respeito às funcionalidades do projeto a ser desenvolvido. O dono do produto é peça chave nesse processo, já que são fundamentais sua capacidade de liderança e de tomada de decisões. E todos os grupos interessados no projeto terão que ser, também, mais responsivos do que no passado, fornecendo documentação, informações e feedback para o backlog com rapidez. Intensificar a colaboração – A maioria das plataformas low-code facilita a colaboração, em tempo real, dos membros técnicos e não-técnicos do projeto. O ideal e que desenvolvedores e profissionais voltados para os negócios trabalhem juntos desde o início, especialmente quando são complexas as histórias de usuário – ou seja, o que eles esperam realizar com a aplicação. Isso é essencial para a correção rápida de erros: o desenvolvedor faz as modificações pedidas pelo usuário, que por sua vez faz em tempo real a revisão. Eliminar ou mitigar cedo as dependências – Os produtos hoje têm sempre algum tipo de dependência, seja em dados, em pontos de integração ou requisitos de segurança, por exemplo. Se sua equipe estiver trabalhando em plataforma low-code e depender de outras que não estão, será preciso identificar e mitigar essas dependências muito mais cedo do que no passado. Podem ser boas ideias negociar SLAs ou eliminar dependências utilizando o low-code também para resolvê-las. Incrementar a eficiência dos protocolos da metodologia Ágil – Um desenvolvimento low-code é uma boa oportunidade para tornar mais eficientes os protocolos (ou cerimônias) da metodologia Ágil, por exemplo com histórias de usuários mais concisas para reduzir o tempo necessário ao refinamento do backlog ou planejamento de sprints, ou ciclos de trabalho. O tempo de duração dos sprints também pode ser diminuído por equipes de metodologia Ágil utilizando uma plataforma low-code. Baixe nosso Expert Insights “O Ciclo de um projeto de Automação de Processos”. “PhD Leandro Zerbinatti, Diretor de Serviços da Zuri”Mentor de Transformação Digital e Professor PHD, Leandro traz em seu legado vasta experiência corporativa em áreas do ciclo de desenvolvimento da Engenharia de Sistemas (Eletrônicos e de Informação), Inovação e Capacitação de Pessoas. Nos últimos anos, aprofundou seu expertise na tecnologia low-code e atuou como líder de Academy para a Outsystems, gigante do mercado global em tecnologia low-code, focada em desenvolvimento de aplicativos.. Referências: Predicts 2020: Barriers Fall as Technology Adoption Grows — A Gartner Trend Insight Report, Gartner, dezembro de 2019. Analistas: Daryl Plummer, Frances Karamouzis, Gene Alvarez, Janelle Hill, Rita Sallam, Todd Yamasaki A nova fronteira: automação ágil em escala: https://www.mckinsey.com/business-functions/operations/our-insights/the-new-frontier-agile-automation-at-scale/pt-br Top 5 Benefits of Low-Code Development Platforms: https://www.outsystems.com/blog/posts/benefits-of-low-code-platforms/ Predicts 2020: Barriers Fall as Technology Adoption Grows — A Gartner Trend Insight Report, Gartner, dezembro de 2019. Analistas: Daryl Plummer, Frances Karamouzis, Gene Alvarez, Janelle […]

A jornada da Transformação Digital e a Hiperautomação

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A jornada da Transformação Digital e a Hiperautomação O Gartner colocou a hiperautomação entre as 10 tendências mais quentes de 2020 e você também caminha nessa direção A automação digital de processos de negócios compreende um conjunto de atividades e ferramentas visando tornar sua empresa mais eficiente e lucrativa. Observa-se que as empresas abrem os olhos para o valor da automação por uma questão de necessidade. As organizações que estão crescendo precisam ser mais eficientes para atender o mercado com qualidade e rapidez, bem como procurar mais eficiência e economia para enfrentar a concorrência. É necessário aumentar a receita, diminuir as despesas, acelerar a velocidade da operação, incrementar a qualidade e controlar os processos. Assim, a automação digital de processos é fator-chave para o desempenho das empresas. Buscamos, então, ferramentas adequadas para eliminar os gargalos mais evidentes, automatizando os setores mais críticos, por exemplo, aqueles em que evidenciam a necessidade de reduzir os processos burocráticos e o retrabalho, além de diminuir o tempo e os custos operacionais necessários para que se realize determinada atividade. E isso se aplica aos mais diversos departamentos, de empresas de qualquer ramo da economia. Podemos pensar, por exemplo, na automação de um relatório financeiro ou de processos industriais trazendo, sempre, benefícios incontestáveis. Otimização de processos Redução de erros Agilidade Otimização de custos operacionais Estes benefícios são, efetivamente, resultados claros de processos de automação  e devem ser propagados para os mais diversos departamentos ou fluxos de trabalho. Uma boa prática para se iniciar um processo de automatização é mapear os processos organizacionais e decidir quais serão automatizados a partir de um mapa de fluxo que vai mostrar como as diferentes atividades estão interligadas. Quando o trabalho se iniciou por questões mais problemáticas, em um segundo momento é necessário envolver toda a empresa no processo de automação. Será preciso coordenar o trabalho conjunto de diferentes equipes e, também, a integração entre diferentes ferramentas. Uma das tendência são as plataformas low-code, que também são utilizadas em soluções de automatização de processos de negócios por simplificar o desenvolvimento de aplicativos utilizando interfaces gráficas e diagramas em lugar de linguagens de programação. E a habilidade no uso dessas plataformas será muito útil à medida que avance o processo de automação em sua empresa, visto que diminui a curva de aprendizado da equipe.     Plataformas low-code e hiperautomação O Gartner coloca a hiperautomação entre as 10 principais tendências estratégicas para 2020, conceituando-a como uma combinação eficaz de ferramentas capazes de integrar silos funcionais e processos para incrementar a automação de processos de negócios no relatório Move Beyond RPA to Deliver Hyperautomation (Vá além do RPA para entregar a hiperautomação), publicado em dezembro de 2019.2 Até 2022, segundo o Gartner, 65% das organizações que implementarem o RPA (Robotic Process Automation) introduzirão inteligência artificial, incluindo algoritmos de aprendizado de máquina e processamento de linguagem natural. Os objetivos de todo esse movimento é a maior eficiência da empresa, no sentido de aumentar receita, otimizar custos e reduzir riscos, especialmente no que toca à adequação a normas e legislações. O que os profissionais precisam saber é: por onde começar? A resposta que o Gartner oferece é iniciar pela definição de metas e um roteiro estratégico, partindo depois para a otimização de processos e a integração das ferramentas DigitalOps e, finalmente, incrementado os processos de negócios pela integração progressiva de aplicações de inteligência artificial a essas ferramentas. A caixa de ferramentas DigitalOps (estrutura de processo de negócios projetada para simplificar, medir e gerenciar processos em toda a empresa) oferece uma ampla gama de tecnologias que, funcionando de modo integrado, levam à hiperautomação. O Gartner cita, entre outras ferramentas, RPA, BPM (Business Process Automation) e as plataformas low-code. Para o Gartner, os ambientes de desenvolvimento low-code, por sua natureza gráfica, deverão ser usados para modelar rapidamente a automação de processos de negócios. Uma plataforma low-code funciona bem como ferramenta complementar em um quadro de hiperautomação, especialmente nos seguintes casos: ■ Automatização de processo de escopo limitado ou que precise ser atualizado com frequência, normalmente restrito a uma única função ou equipe comercial. A capacidade de rapidamente transformar uma ideia em um aplicativo é característica das plataformas low-code, ideais para a automação de processos de negócios que precisam de um alto grau de flexibilidade. ■ Aprimoramento da experiência do usuário (UX) em um processo que exija interface da web ou móvel, já que muitas plataformas low-code são também plataformas de desenvolvimento multiexperiência. ■ Explorar o amplo conjunto de conectores para automatizar tarefas relacionadas a aplicativos que possuem APIs, com foco principalmente na conectividade HTTP REST ou para SaaS (Software as a Service), como os sistemas ERP.   Se você quer aprimorar o roadmap de sua organização para obter ao máximo os benefícios da automação de processos de negócio, baixe agora mesmo o nosso eBook “As melhores práticas para acelerar seu time to market”.   “Marcelo Almeida, Diretor de Vendas e Marketing” Formado em Engenharia Mecânica com ênfase em Produção pela FEI; estudou no GVPec, Programa de Educação Continuada da FGV-SP e possui MBA-Executivo pela BBS (Brazilian Business School). Marcelo Almeida possui 20 anos de experiência em empresas nacionais e multinacionais com vivência em áreas estratégicas como Vendas, S&OP, Desenvolvimento de Negócios, Compras, Suprimentos, Otimização da Cadeia de Suprimentos e Planejamento de Compras, tendo know-how e expertise em desenvolvimento e análise de relatórios de performance, atendimento a cronogramas, mapeamento de processos, gestão de projetos e estudos de viabilidade financeira para tomada de decisões estratégicas. Confira seu linkedin.   Referências: 1.DevOps Teams Must Use Site Reliability Engineering to Maximize Customer Value, Gartner, janeiro de 2020. Analistas: George Spafford, Manjunath Bhat 2.Move Beyond RPA to Deliver Hyperautomation, Gartner, dezembro de 2019. Analistas: Saikat Ray, Cathy Tornbohm, Marc Kerremans, Derek Miers