Plataforma DPA low-code gera muito mais valor

Transformação digital com automação de processos e DPA low-code. Entenda! A transformação digital exige a automação dos processos de negócios e investimentos em soluções DPA low-code. É notório que a transformação digital requer a automação de processos. Em um mercado cada vez mais competitivo, tempo é sinônimo de dinheiro. Por isso, as empresas devem focar em ações que favoreçam a otimização das tarefas. Muitos profissionais estão sobrecarregados de trabalho e o prazo costuma ser o principal desafio dos projetos. A saída é buscar ajuda nas ferramentas de automação de processos, selecionando a mais indicada para cada situação. Neste artigo, você vai conhecer opções e insights que vão ajudar na implementação da transformação digital no seu negócio. Confira! Economia e eficiência com plataformas low-code Com ferramentas DPA (Digital Process Automation) é possível reduzir drasticamente o tempo de criação de soluções de negócio. O processo tradicional de codificação — com linguagens de programação, frameworks e middleware — para criar software sob medida foi o problema citado como maior empecilho para entregar seu trabalho no prazo por 31% dos desenvolvedores ouvidos em pesquisa da Forrester mencionada pelo Computerworld. O Gartner considera a economia no tempo de entrega uma das principais vantagens das plataformas low-code, que não exigem do desenvolvedor conhecimentos profundos de TI. Plataformas de automação de processos low-code podem ajudá-lo a entregar soluções de negócio muito rapidamente — o que significa, por exemplo, sete minutos para criar uma solução simples, como você pode ver nesta demonstração em vídeo. Estima-se que até 2023, nas grandes empresas, a quantidade de pessoas que não são desenvolvedores profissionais, mas utilizam ferramentas low-code para desenvolvimento de processos, como o Zuri, será quatro vezes maior do que o número de profissionais da área de TI. Boas práticas de desenvolvimento tecnológico Isso demonstra o quanto é importante que os líderes de TI e de diferentes áreas de negócios trabalhem em parceria para o benefício da transformação digital da empresa. Em estudo intitulado The Future of Apps Must Include Citizen Development — O futuro dos aplicativos precisa incluir o desenvolvimento por leigos — publicado em outubro de 2019, o Gartner recomenda aos “responsáveis por desenvolvimento e plataformas” que: trabalhem com foco na redução de riscos de Shadow IT por meio do trabalho com líderes de unidades de negócios, designando profissionais que não são programadores, nem de TI, para se tornarem “desenvolvedores” de aplicações. Esses profissionais são chamados pelo Gartner de “desenvolvedores cidadãos”, ou seja, desenvolvedores que não são técnicos, nem de TI, nem programadores. Essa estratégia tem o objetivo de estabelecer zonas de atividade segura e de confiança para a empresa; habilitem práticas de desenvolvimento de aplicações feitas pelos desenvolvedores não-técnicos, criando uma comunidade de prática que inclua tanto as unidades de negócios quanto a unidade de TI; aprimorem, constantemente, os resultados para aplicações criadas pelos “desenvolvedores cidadãos”, unindo áreas de negócios e a seleção de TI sobre as ferramentas ideais e tecnologias que facilitam esses desenvolvedores não-técnicos para criarem suas próprias soluções (aplicações) de negócios. Automação de processos para transformação digital por meio de DPA e RPA Ao lado das soluções de DPA estão, entre as ferramentas mais populares do mercado, as soluções de RPA — Robotic Process Automation —, que podem ser ou não ferramentas low-code. A principal característica é utilizar “robôs virtuais”. Ou seja, funcionalidades de software que atuam como robôs e são especialmente úteis para a automação de tarefas repetitivas de rotina, com grande economia de tempo na entrega de soluções de processos de negócio. Essas ferramentas, por sua praticidade na automação de inúmeros processos burocráticos, têm alcançado grande sucesso no mercado. Segundo dados do Gartner, em estudo de janeiro de 2019, em 2017 houve um renovado interesse em tecnologias de automação de processos de negócios, com o mercado de ferramentas RPA explodindo, já que “o RPA promete um rápido retorno do investimento (ROI), impulsionado pela integração no nível da interface do usuário (…) O RPA representa uma maneira de liberar recursos humanos, gerando rapidamente valor para os negócios”. A tendência é que, com o progresso da Inteligência Artificial, as plataformas RPA se tornem cada vez mais sofisticadas, estendendo-se por um espectro que começa com a digitalização tática e termina com funções cognitivas avançadas, capazes de gerenciar exceções. O RPA vai incorporar, gradualmente, o aprendizado de máquina e o suporte a chatbots, aumentando a cobertura de casos de uso e seu valor para a empresa. Cases de sucesso Como em todo o mundo, também no Brasil organizações de diferentes segmentos têm conseguido utilizar com sucesso ferramentas DPA e RPA para a automação de seus processos de negócios. Veja alguns exemplos de projetos bem-sucedidos de empresas que optaram pela plataforma de processos low-code Zuri, para desenvolvimento de soluções de negócio por meio de ferramentas intuitivas e visuais. Gestão de frotas Uma empresa de benefícios que desejava compartilhar a base de clientes da unidade de negócios de gestão de frotas com outras unidades da companhia criou aplicação para essa finalidade em um mês e meio, a custo bastante econômico, impulsionando o payback e o ROI. O acesso de outras unidades de negócio àquela base de clientes gerou valor monetário significativo, maximizando esforços de prospecção e de outras atividades comerciais. Mercado financeiro Um grande banco obteve um enorme ganho de tempo na aprovação do acesso de funcionários aos seus sistemas internos. Com a substituição de processos manuais baseados em telefone e e-mail por solução desenvolvida na plataforma Zuri, o prazo de aprovação para um dos serviços passou de dois dias para apenas alguns segundos. Setor de benefícios Uma grande empresa do setor de benefícios, considerada líder no âmbito do PAT — Programa de Alimentação do Trabalhador, instituído pelo Ministério da Fazenda, precisava criar e lançar uma nova oferta de negócios em tempo recorde, acelerando o time-to-market e se antecipando aos concorrentes. A solução foi desenvolvida em um mês e, com economia de 75% em relação aos gastos inicialmente previstos com o desenvolvimento por métodos tradicionais, foi possível lançar a nova oferta
A relação entre BPM, Processos Digitais e RPA e Hiperautomação, Multiexperiência e Democratização da Expertise

A relação entre BPM, Processos Digitais e RPA e Hiperautomação, Multiexperiência e Democratização da Expertise O que um framework, como o ZuriLAF, que alinha uma plataforma de automação de processos com serviços executados com agilidade e excelência entrega para o mercado? É muito mais do que uma melhoria operacional, diminuição de custos e incremento de valor agregado na cadeia de valor do cliente. Existem algumas mudanças mais profundas que são entregues utilizando essa dupla produto & serviço alinhados para a Automação de Processos. Benefícios para os negócios podem estar ligados a Hiperautomação, a Multiexperiência e a Democratização da Expertise empresarial. Vamos discorrer um pouco sobre essas três perspectivas. Hiperautomação Uma tendência iniciada pela digitalização das organizações e que agora está ganhando força movida por conceitos de Transformação Digital é a Hiperautomação. De maneira, simplista, a automação usa tecnologias da informação para tornar hábito computacional repetitivo algumas operações que antes eram realizadas por pessoas. A abordagem de processos iniciada no BPM (Business Process Automation), está evoluindo para a Hiperautomação que inclui técnicas de Inteligência Artificial e aprendizado de máquinas para automatizar ainda mais tarefas. Dados que são coletados de maneira automatizada provêm aos mecanismos de Analytics múltiplas possibilidades nos negócios. Ao final os mecanismos tecnológicos empregados liberam seus colaboradores a analisar, projetar, medir, monitorar, e reavaliar os processos, a performance e seus negócios, poupando-os de realizar atividades repetitivas e de baixo valor agregado. Multiexperiência De maneira sintética as empresas estão evoluindo seus esforços para migrar da construção de uma experiência única para múltiplas experiências. Dessa forma não adianta somente criar soluções em web, web mobile ou mobile nativo. É necessário a utilização de ferramentas multiplataformas permitindo criar todas as experiências digitais em uma única plataforma. “À medida que as organizações realizam esforços de transformação digital, surge uma importante visão: o processo é importante. Os investimentos em bonitas experiências móveis e na web não vão mudar a agulha da bússola, a menos que os profissionais de desenvolvimento de aplicativos garantam que os processos no back-end estejam alinhados para oferecer suporte a uma verdadeira experiência do cliente de ponta a ponta. “ (Forrester) A utilização conjunta entre processos digitais e um front end atrativo permite ao usuário escolher a forma de conexão com a sua organização, seja ele por telefone, seja por celulares, tablets computadores, enfim, vários dispositivos com várias vias de acesso ao serviço/produto. Essa evolução passa de sistemas altamente centrados em empresas para serem sistemas totalmente centrados nos clientes Democratização da Expertise Um dos maiores níveis de exponencialização na adoção de uma tecnologia é a democratização. Dela decorre o conceito de que determinada tecnologia seja de amplo acesso aos cidadãos, de forma que a complexidade tecnológica seja facilitada para “pessoas comuns”, sem a necessidade de um treinamento intensivo. Isso é possível com o apoio de Inteligência Artificial para geração de códigos de programação e automatização dos testes, por exemplo. Tecnologias como Low-Code, RPA (Robotic Process Automation) possibilitam a colaboradores, que antes precisavam se apoiar fortemente em especialistas de sistemas para tornar os fluxos de trabalho (BPM) de forma digital, a realizar esta digitalização de processos de forma independente e autônoma. Dessa forma libera a TI para realizar a orquestração de todos os serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação e “empodera” os colaboradores a entregarem processos digitais e se tornarem mais estratégicos. Entre em contato com o time da Zuri pelo e-mail contato@gozuri.com e acesse o nosso site. “Prof. Dr. Leandro Zerbinatti, Diretor de Serviços na Zuri” Responsável pelo treinamento e capacitação tanto de nossas equipes quanto de clientes e prospects. Mentor de Transformação Digital e Professor PHD, Leandro traz em seu legado vasta experiência corporativa em áreas do ciclo de desenvolvimento da Engenharia de Sistemas (Eletrônicos e de Informação), Inovação e Capacitação de Pessoas. Nos últimos anos, aprofundou seu expertise na tecnologia low-code e atuou como líder de Academy para a Outsystems, gigante do mercado global em tecnologia low-code, focada em desenvolvimento de aplicativos.
Agilidade no desenvolvimento de aplicações

Agilidade no desenvolvimento de aplicações: fazer, corrigir, entregar e atualizar com rapidez A feliz união entre a metodologia Ágil e as plataformas low-code Low-code é Ágil A automação de processos de negócios e tarefas nas empresas é inevitável e ganha escala cada vez maior. Já em 2018, pesquisa realizada pelo McKinsey Global Institute apontava que, em todos os setores, havia potencial para automatizar mais de 30% das tarefas, correspondendo a 60% dos empregos existentes naquele momento2. O volume de aplicação a ser desenvolvido para atender a essa demanda é colossal. E as oportunidades para atender a esse mercado, muito grandes. Em tal cenário, a metodologia Ágil e a plataforma low-code são uma excelente combinação. A plataforma a low-code assegura a entrega efetiva de tudo o que a metodologia Ágil promete. E quanto mais madura a cultura Ágil em uma organização, melhores os frutos que poderá colher da combinação da rapidez da tomada de decisões que essa metodologia proporciona com a velocidade de desenvolvimento de uma plataforma low-code3. Velocidade no desenvolvimento é um benefício inegável das plataformas low-code, e o mais tangível, o primeiro a ser percebido por quem o solicitou o serviço. Essa é uma das principais razões para o crescimento exponencial do mercado para essas plataformas. Elas deverão ser usadas para desenvolver 65% das aplicações corporativas em todo o mundo até 2024, de acordo com estimativa do Gartner em seu Quadrante Magico de 2019 para plataformas low-code de aplicações empresariais. Em um texto com o título Tudo o que você precisa saber sobre low-code mesmo que não seja responsável pela entrega de aplicação (Why You Need To Know About Low-Code, Even If You’re Not Responsible for Aplicação Delivery), publicado em blog de agosto de 2018, o vice presidente e analista principal da Forrester, John Rymer, afirmou que as plataformas low-code podem “tornar o desenvolvimento de aplicação 10 vezes mais rápido que os métodos tradicionais”. O fato de não exigir que o desenvolvedor seja tarefa exclusiva dos profissionais de TI é um fator importante a favor das plataformas low-code, comprovando a facilidade de uso de suas funcionalidades. Uma vantagem significativa oferecida por alguns dos fornecedores é a governança automática pelo time de TI da organização de qualquer aplicação desenvolvida, o que permite à empresa usufruir dos benefícios da agilidade na criação de aplicação sem os riscos da chamada shadow IT, em que departamentos e grupos na empresa decidem desenvolver ou adquir seus aplicativos sem coordenação do time de TI. As plataformas low-code também ajudam a integrar as equipes de desenvolvimento e operações dentro da organização de TI. Considerando que “operações” incluem por exemplo segurança, testes, análises e integrações, entre outros itens, os grupos envolvidos em todas essas atividades conseguem trabalhar juntos visando objetivos comuns. Além disso, são ideais para criar aplicações multicanal, para web e dispositivos móveis, com a vantagem da inteligência artificial e aprendizado de máquina já incorporados à plataforma de desenvolvimento. Em suas previsões para este ano de 2020, o Gartner afirma que a união da metodologia Ágil com DevOps é chave para a transformação digital, permitindo a constante atualização de sua infraestrutura e aplicativos de negócios4. A união da metodologia Ágil como desenvolvimento de aplicação em plataformas low-code traz inúmeras vantagens à empresa. Alguns conselhos para maximizar essa associação: Foco no backlog – Na metodologia Ágil, o backlog é a lista de prioridades no que diz respeito às funcionalidades do projeto a ser desenvolvido. O dono do produto é peça chave nesse processo, já que são fundamentais sua capacidade de liderança e de tomada de decisões. E todos os grupos interessados no projeto terão que ser, também, mais responsivos do que no passado, fornecendo documentação, informações e feedback para o backlog com rapidez. Intensificar a colaboração – A maioria das plataformas low-code facilita a colaboração, em tempo real, dos membros técnicos e não-técnicos do projeto. O ideal e que desenvolvedores e profissionais voltados para os negócios trabalhem juntos desde o início, especialmente quando são complexas as histórias de usuário – ou seja, o que eles esperam realizar com a aplicação. Isso é essencial para a correção rápida de erros: o desenvolvedor faz as modificações pedidas pelo usuário, que por sua vez faz em tempo real a revisão. Eliminar ou mitigar cedo as dependências – Os produtos hoje têm sempre algum tipo de dependência, seja em dados, em pontos de integração ou requisitos de segurança, por exemplo. Se sua equipe estiver trabalhando em plataforma low-code e depender de outras que não estão, será preciso identificar e mitigar essas dependências muito mais cedo do que no passado. Podem ser boas ideias negociar SLAs ou eliminar dependências utilizando o low-code também para resolvê-las. Incrementar a eficiência dos protocolos da metodologia Ágil – Um desenvolvimento low-code é uma boa oportunidade para tornar mais eficientes os protocolos (ou cerimônias) da metodologia Ágil, por exemplo com histórias de usuários mais concisas para reduzir o tempo necessário ao refinamento do backlog ou planejamento de sprints, ou ciclos de trabalho. O tempo de duração dos sprints também pode ser diminuído por equipes de metodologia Ágil utilizando uma plataforma low-code. Baixe nosso Expert Insights “O Ciclo de um projeto de Automação de Processos”. “PhD Leandro Zerbinatti, Diretor de Serviços da Zuri”Mentor de Transformação Digital e Professor PHD, Leandro traz em seu legado vasta experiência corporativa em áreas do ciclo de desenvolvimento da Engenharia de Sistemas (Eletrônicos e de Informação), Inovação e Capacitação de Pessoas. Nos últimos anos, aprofundou seu expertise na tecnologia low-code e atuou como líder de Academy para a Outsystems, gigante do mercado global em tecnologia low-code, focada em desenvolvimento de aplicativos.. Referências: Predicts 2020: Barriers Fall as Technology Adoption Grows — A Gartner Trend Insight Report, Gartner, dezembro de 2019. Analistas: Daryl Plummer, Frances Karamouzis, Gene Alvarez, Janelle Hill, Rita Sallam, Todd Yamasaki A nova fronteira: automação ágil em escala: https://www.mckinsey.com/business-functions/operations/our-insights/the-new-frontier-agile-automation-at-scale/pt-br Top 5 Benefits of Low-Code Development Platforms: https://www.outsystems.com/blog/posts/benefits-of-low-code-platforms/ Predicts 2020: Barriers Fall as Technology Adoption Grows — A Gartner Trend Insight Report, Gartner, dezembro de 2019. Analistas: Daryl Plummer, Frances Karamouzis, Gene Alvarez, Janelle
Aprenda como aplicar RPA nos negócios

Aprenda como aplicar RPA nos negócios Saiba mais sobre RPA e como pode ser aplicado no seu negócio RPA é uma tecnologia que ganhou notoriedade na última década e pode aumentar a competitividade empresarial drasticamente. Mas, para isso, você precisa compreender como esta tecnologia permite que você eleve a automação à novos patamares na sua equipe e empresa. Uma das soluções tecnológicas mais buscadas e adotadas atualmente por grandes empresas é o RPA (Robotic Process Automation), basicamente, é uma espécie de software que imita ações de profissionais, como se fosse uma pessoa realizando tarefas do dia a dia, mas de forma automatizada. Consequentemente, o RPA permite forte redução de custos operacionais e aceleração dos processos de negócios, ou seja, mais eficiência e produtividade.Não à toa, a popularização dos benefícios do RPA produziu aumento de mercado acima de 68% apenas em 2018, segundo dados da Gartner. Com esse crescimento expressivo, a empresa também reforça que este mercado pode superar US$ 1 bilhão (algo aproximado em R$ 5,360 bilhões). Cada vez mais empresas, grandes, médias e pequenas estão em busca de soluções com tecnologia RPA. Assim como a Revolução Industrial aumentou significativamente a produção mundial, o novo modelo de automatização de negócios tem tudo para reinventar o mercado e tornar atividades complexas solucionáveis em poucos cliques. Por conta dessa importância, nós da Zuri preparamos este conteúdo com as principais informações à respeito de RPA, seus benefícios e como ela pode ser aplicada ao seu negócio. O que é RPA? RPA significa Robotic Process Automation que pode ser traduzido como Automatização Robótica de Processos. Como o próprio nome sugere, ele serve para tornar processos internos automatizados por meio de softwares e robôs. Ao implementar uma solução de RPA, a sua empresa pode contar com mão de obra robótica, isto é, um robô fica responsável por interpretar dados, enviar respostas pré-determinadas e repassar informações adiante sobre processos concluídos, em trânsito ou atrasados. Essas soluções são únicas e partem sempre da necessidade de cada empresa. Mas, muitas empresas construíram soluções “pré-moldadas” e as oferecem no mercado. Compreender seu processo de negócio, ou seja, sua necessidade, e então construir uma solução pode fazer toda a diferença. Ou seja, você, gestor ou líder, pode determinar que a sua estratégia de RPA seja usada para reduzir a repetição de tarefas, tornar etapas de processos mais ágeis ou até prospectar uma quantidade maior de clientes. Tudo isso já é possível e acessível. A democratização da tecnologia trouxe uma série de opções acessíveis para que as empresas dos mais diversos segmentos e tamanhos possam tomar benefícios da automação em seus negócios. Mais resultados e menos esforços, ou, no mínimo, menos tarefas repetitivas. Quais as vantagens do RPA? O RPA traz uma vasta quantidade de vantagens para cada empresa, inclusive, vantagens diretamente relacionadas aos seus objetivos de negócio. Ao escolher a solução ideal de RPA, com certa frequência você perceberá vantagens que vão além das metas estabelecidas no projeto pontual. E isso tem sido discussão por vários CEOs ao redor do mundo, inclusive em fóruns da Gartner, Forrester e IDC, só para citar alguns importantes. Entre as principais vantagens do RPA estão: Minimiza erros; Potencializa capacidade produtiva; Amplia a qualidade dos serviços/produtos; Torna os processos mais ágeis; Permite alocar capacidade operacional sobressalente; Aumenta a qualidade de dados da empresa; Reduz gastos com retrabalho; Diminui etapas dos processos; Torna a jornada de trabalho mais produtiva. Outra dúvida, também frequente, é sobre quais áreas do negócio o software de automação deve ser usado. Segundo a Gartner, empresas que são referência em tecnologia de automatização afirmam que o software de RPA pode ser adotado por qualquer área da empresa, sendo importante identificar quais os processos do negócio ou das equipes são mais críticos para os negócios, bem como quais destes processos requerem mais tarefas repetitivas. Afinal, RPA automatiza tarefas repetitivas. A Gartner também aponta que, entre os principais setores empresariais que buscam RPA como uma alternativa para reduzir gastos operacionais estão: Setores de TI; Contabilidades e setores financeiros; Operadores e produtores; Serviços sob medida; Recursos Humanos; Indústria; Engenharia; Fábricas; Educacional; Compras; Vendas; Portuário e logístico. Como o RPA pode ser aplicado nas empresas? Atualmente, quase todos os tipos de processos podem ser automatizados, desde tarefas simples até complexas, e muitos destes processos podem ser realizados por robôs, ou seja, com tecnologia RPA. A Walmart, por exemplo, viu que o RPA poderia automatizar alguns serviços e por isso implantou aproximadamente 500 robôs, responsáveis por responder questionamentos dos funcionários e recuperar dados úteis, tornando a empresa ainda mais produtiva. Por outro lado, essas soluções não são exclusivas de grandes empresas. Pelo contrário, empresas médias que crescem rapidamente ou que precisam de resultados extraordinários investem em automação por saberem que a automação de processos é inerente da transformação digital. consequentemente, tornam as operações mais eficientes, menos custosas, mais velozes, com alta qualidade, controle e alto grau de gestão. Para você se inspirar em como o RPA pode ser aplicado em sua empresa, segue alguns exemplos abaixo. Diminua tempo de execução de processos operacionais Você pode implementar um robô para reduzir o tempo necessário para realizar processos operacionais da sua empresa. Em vez de basear seus processos em séries de e-mails, planilhas e ligações telefônicas para coletar dados e criar relatórios, por exemplo, você pode contar com um robô que envia e intercepta os arquivos necessários para a etapa processual seguinte. Prospecte mais clientes, realize mais negócios Você pode implementar um robô que prospecte novos clientes a partir de especificações pré-determinadas, garantindo que vários e-mails sejam enviados ao longo dos dias para pessoas com um perfil próximo ao seu lead. Ou, ainda, você pode usar um robô para analisar sua base de dados de clientes para identificar padrões comportamentais e, então, identificar novas oportunidades dentro da sua base de clientes existente (com técnicas de cross-selling e up-selling) e prospectar novos clientes com base nesta inteligência ou novos insights recém-descobertos com ajuda do robô. Padronize conteúdo com mais facilidade para aumentar a
Como escolher a plataforma BPM ideal para seu negócio?

Como escolher a plataforma BPM ideal para seu negócio? Não basta tomar uma decisão, é preciso identificar a melhor opção para o seu caso. Você já deve ter lidado ou ouvido falar de diferentes tipos de softwares BPM, chamados de BPMS (Business Process Management Suites) e já percebeu que há uma grande variedade de opções. Identificar a melhor opção para seu caso é uma tarefa que requer conhecimento. Desenvolvemos este texto para ajudá-lo nesta decisão e à compreender quais critérios considerar para avaliar a melhor opção. Toda organização possui processos de negócios internos e externos. Certamente, você entende a importância de ter à disposição uma plataforma de gerenciamento de processos capaz de otimizar todas as etapas do negócio, aumentando drasticamente a produtividade, reduzindo custos e criando um círculo virtuoso para o negócio. Pensando nisso, nós da Zuri preparamos este conteúdo com as principais informações para você escolher a melhor plataforma de BPM para a sua empresa. O que é BPM? Como adiantamos no começo deste artigo, BPM (Business Process Management) ou, em português, Gerenciamento de Processos de Negócios. Soluções de BPM são chamadas de BPMS (Business Process Management Suites) e reúnem um conjunto de técnicas facilmente aplicáveis no dia-a-dia com estes softwares que promovem a gestão, o controle e a otimização dos processos internos e externos de negócio. Quando falamos sobre BPMS, a primeira coisa a ser lembrada é a questão do seu workflow — fluxo de trabalho. Afinal, é a partir dele, dos fluxos de trabalho (workflow) do seu negócio, que você pode analisar os erros e acertos de cada setor, de forma individual e coletiva. Pensar na plataforma correta para o seu negócio requer pensar nos seus fluxos de trabalho. Porém, como Howard Smith e Peter Fingar já adiantaram décadas atrás no livro Business Process Management: The Third Wave, que deu origem ao conceito BPM, a tarefa não é fácil. Mas, como especialistas com décadas no mercado, facilitaremos esclarecendo o raciocínio para você. E, claro, se desejar, entre em contato conosco. Toda atenção é necessária para garantir que seu time conquiste as vantagens de uma boa escolha. A melhor escolha de BPMS Escolhendo a plataforma ideal para o seu negócio e seus processos, poderá conquistar uma série de benefícios para o negócio, tanto de curto, médio e longo prazo, sem esforços adicionais. Entre os principais benefícios das soluções BPMS, podemos destacar alguns muito interessantes como: Maior eficiência Ao acertar na escolha da plataforma BPMS, você torna cada etapa dos processos internos e externos ainda mais eficientes já que tudo passou a ser otimizado. Há, ainda, um ganho de sinergia entre as áreas e os times envolvidos. Esta sinergia traz maior velocidade para a operação, fazendo com que a organização consiga mais velocidade para lançar atualizações, novos produtos, responder às demandas de mercado, testar, experimentar, ajustar, corrigir e disponibilizar no mercado serviços e processos que entregue maior valor para os clientes. Tudo de forma mais rápida, gerando receitas mais rapidamente. E, com inteligência de negócios baseada em dados estruturados da operação, o que permite estas correções e, então, formatar as ofertas ideias para o mercado de acordo com as demandas e dados operacionais do desempenho dos serviços e produtos. Menor tempo de resposta Você, seja como líder ou gestor, sabe que o dia a dia no mundo dos negócios é ágil e, por isso, uma resposta rápida deve ser almejada sempre. Por meio de soluções BPMS, a sua empresa e seus times passam a ter um tempo de resposta menor e isso garante mais agilidade na entrega de valor, tudo com base em processos bem estruturados, otimizados e controlados com inteligência (análise de dados à um clique de distância). Comprometimento Plataformas BPMS geram maior engajamento nas equipes e nos indivíduos envolvidos nos processos. Como os prazos e metas são respeitados através de regras e SLAs configurados de forma customizada para você e suas necessidades na plataforma BPMS, a cultura organizacional é incrementada, pois cada indivíduo tem sua produtividade controlada de forma muito acessível à todos os líderes. Consequentemente, o nível de comprometimento e de engajamento dos profissionais é maior, o que gera um círculo virtuoso de maior produtividade com alta qualidade. Redução de despesas Quando você acerta na sua escolha, contrata a plataforma ideal para a gestão de seus processos de negócios, os processos internos e externos são feitos da forma mais rápida e econômica, gerando uma redução de gastos de forma imediata. Contar com uma plataforma BPMS com tecnologia low-code, ou seja, na qual profissionais sem conhecimento de programação conseguem criar suas próprias soluções de automação com “clica e arrasta” (“drag-and-drop”) você diminui drasticamente as despesas com programadores seniores para construir estas soluções. Você ganha de duas formas claras: Com processos padronizados, otimizados e controlados com inteligência (dados estruturados), você reduz despesas pelo aumento da qualidade, diminuição de erros e incremento da velocidade operacional. Tudo isso resulta em maior produtividade da sua equipe Com plataforma BPMS com tecnologia low-code você consegue diminuir despesas com TI, habilitando profissionais menos experientes a criarem soluções de automação robustas de forma rápida, chegando à ser 9x mais rápido do que criar “na unha”, ou seja, programando. E, o melhor, tudo sob a governança de TI. Isso também faz com que a área de TI fique mais estratégica, mais importante para apoiar e potencializar as áreas de negócios atendendo suas necessidades. Como escolher a melhor plataforma de BPM? Antes da escolha final de uma plataforma de BPM para o seu negócio, é natural que você se pergunte qual é a melhor. Segundo a Gartner, é indispensável que uma plataforma BPM forneça recursos para acelerar a entrega dos processos e ofereça meios para identificar novas oportunidades de automação. Caso a plataforma não tenha o que é necessário, ela deixa de cumprir o básico. Porém, a melhor plataforma é aquela que se adapta melhor ao seu tipo de negócio. Sendo assim, não se pergunte qual é a melhor plataforma, e sim qual solução
A história completa do BPM até os dias atuais

A história completa do BPM até os dias atuais A evolução que culminou com IA (iBPMS) BPM é conhecido e praticado , mas poucas conhecem a evolução. BPM (Business Process Management) é a solução definitiva para muitas empresas e, por isso, líderes e organizações percebem a gestão de processos de negócios como estratégia viável para acelerar a eficiência operacional, reduzir custos e criar um back-office (atividades internas empresariais) que aumente a competitividade, as receitas e o valor entregue para os clientes. A aplicação dos conceitos relacionados à BPM está globalizada desde a sua criação. E a tecnologia incrementou muito as possibilidades nos últimos anos. Compreender a evolução das práticas de BPM ajudará você a aplicar BPM com as mais modernas tecnologias. A história do BPM vem muito antes da digitalização dos processos. Essa evolução iniciou em 1776 e continua com alto grau de inovação. Mapear, planejar, otimizar, controlar e medir execução e desempenho dos processos são alguns dos principais focos do BPM. Com isso em mente, chega a ser indispensável conhecer todo o processo evolutivo da BPM até chegar onde está hoje: a maior solução para otimizar processos internos. Por essa razão, a história do BPM é o tema deste artigo. O que é BPM? O BPM é uma sigla em inglês que traduzida para o português significa Gerenciamento dos Processos de Negócios e tem como objetivo criar um gerenciamento dos processos internos e externos da empresa focada na otimização de recursos e dos processos. Por mais que soe óbvio afirmar que as empresas quererem otimizar custos e produzir mais com menos, o BPM que conhecemos hoje só foi apresentado em 2003 com o lançamento do livro Business Process Management: The Third Wave, de Howard Smith e Peter Fingar. Antes deste livro, havia apenas variações desta abordagem disciplinar que existe hoje e, mesmo apresentando alguns resultados, eram considerados rasos. História do BPM A história do BPM começa anos antes do lançamento do livro homônimo, mais precisamente em 1776, período da Revolução Industrial e ano do lançamento do livro Riqueza das Nações, do autor Adam Smith. É nesta obra que somos apresentados aos alicerces do conceito de “workflow” — fluxo de trabalho, que evoluiu tanto ao ponto de, hoje, tratarmos de tecnologias e conceitos como RPA, Data Mining, Process Mining, Hiperautomação e CoRPA (Complementary RPA ou, em português, RPA Complementar). Anos mais tarde, em 1911, mais um livro apresentou inovações para o gerenciamento de processos de negócios. Desta vez, Frederick Winslow Taylor produz Princípios de Administração Científica e passa a provocar a ideia da padronização e da criação de melhores equipamentos à classe trabalhadora. Statistical Process Control Pouco tempo depois, a Bell Laboratories sob comando de Walter A. Shewhart inicia o uso do Statistical Process Control (SPC) na década de 1920 e com isso passa a antecipar milhares de problemas antes mesmo que gerasse algum tipo de prejuízo. Até hoje, o SPC ainda é usado por milhares de empresas. A informatização que viria a iniciar a história da BPM começa em 1941, ao Konrad Zuse criar o Z3, primeiro computador da história. A partir deste ponto, a tecnologia passou a evoluir cada vez mais rápido até chegar nos computadores conhecidos atualmente. Em pouco tempo, os japoneses passaram a explorar a tecnologia e isso gerou uma grande evolução na indústria japonesa. Em especial, a década de 50 foi uma época importante para o progresso do BPM. Isso em razão do Dr. W. Edwards Deming, estatístico e um dos muitos pupilos de Shewhart, ter ensinado vários empresários e gestores sobre o SPC. Deming foi o responsável pela criação do conceito PDCA (“Plan, Do, Check, Act” ou, em português “Planejar, Fazer, Verificar, Agir”) como um processo de gestão visando a melhoria contínua de produtos e processos. Na década de 70, o Japão era referência em gerenciamento de processos e de qualidade e isso gerou outro importante salto até chegarmos ao BPM atual. Criação do workflow Ao perder credibilidade internacional diante dos produtos japoneses, o Estados Unidos se viu obrigado a revidar com objetivo de manter a hegemonia norte-americana no mundo empresarial e econômico. Na década de 1980 houve um importante salto no gerenciamento de processos, mais uma vez. O primeiro deles, considerado um dos mais importantes, foi a criação do workflow ou, em português, fluxos de trabalho. Desenvolvido pela FileNet, o sistema otimiza processos internos através da digitalização do trabalho, sendo lembrado até hoje como precursor do BPMS. Além do workflow, houve ainda a criação das Seis Sigma (Six Sigma), da Reengenharia de Processos de Negócios (Business Process Reengineering), do Planejamento dos Recursos da Empresa (ERP – Enterprise Resource Planning) e do Customer Relationship Management. Tudo entre as décadas de 80 a 90. BPM que conhecemos: BPMS e iBPMS Com a evolução digital e a democratização da internet, muitos dados passaram a ser produzidos e assim surgiu a empresa analítica Gartner, que lançou o até então inédito termo Business Process Management Suite. O BPMSsão softwares que habilitam empresas à aplicar o BPM no dia-a-dia empresarial. Assim, as funcionalidades dos programas ajudam ainda mais na tomada de decisão a partir da análise quantitativa dos dados a respeito dos processos internos e externos da empresa. Mesmo com a consolidação da BPM, em 2012 houve uma nova forma reger os processos das empresas com a criação da Intelligent Business Process Management (iBPM). A evolução do BPM para o iBPMS inclui suporte para análises de dados com aplicação de inteligência artificial em aspectos gerais e específicos dos processos, facilitando aplicar BPM de forma acessível e, literalmente, inteligente em atividades simples e complexas, cruzando dados e informações diversas. O BPM evoluiu bastante para chegar onde estamos hoje. Conhecer bem a evolução e compreender as novas formas, com novas tecnologias é fundamental, principalmente, para você colocar em prática na empresa e no time que atua. Interessado em colocar sua empresa ou seu time na frente da concorrência? Deseja melhorar a gestão de processos de negócios? Fale com o nosso time.